quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Resenha: "Freud, Além da Alma"

Anhanguera Educacional
Taguatinga – DF, 13 de agosto de 2009
Curso de Pós-Graduação: Didática e Metodologia do Ensino Superior
Turma 04 – Técnicas de Comunicação Docente
Autor: Patrick Thiago dos Santos Bomfim – Unidade: Anhanguera - Faculdade JK


Concepção da Psicanálise: Alguns aspectos e reflexões


O presente capítulo tem a finalidade de apresentar a criação da Psicanálise, assim como seus principais conceitos teóricos e suas utilizações na prática em saúde e na sociedade contemporânea. Sigmund Freud é considerado o “pai” ou criador da psicanálise. Ele buscou por meios científicos a construção teórica deste campo de saber. A Psicanálise é estruturada como uma corrente independente, tanto da psiquiatria, quanto da psicologia, apesar de influenciar ambas as áreas e campos de atuação, além de outros, como no caso da educação, da antropologia e da sociologia, entre muitos pesquisadores e teóricos (BOCK, FURTADO e TEXEIRA, 2002).

A teoria psicanalítica, apesar de muito criticada ainda na atualidade, possui as suas sólidas contribuições (mesmo que questionáveis) marcadas pelos critérios e busca da universalidade científica, por meio de observações experimentais. Inicialmente, utilizou técnicas duvidosas, como no caso da hipnose, mas voltou-se para o paciente como um ser humano que se encontrava em sofrimento, ainda que seus sintomas não tivessem correspondências com o organismo, como no caso de pacientes observados como histéricos e neuróticos, apresentando ainda cegueiras e paralisias (BOCK, FURTADO e TEXEIRA, 2002).

Tais pacientes eram vistos pelos médicos como pessoas que teatralizam a dor, como aborda o filme ‘Freud, Além da Alma’, dirigido por John Huston, em 1962. Uma crítica para este tempo é o fato dos médicos observarem os pacientes apenas em suas características orgânicas reduzindo-o a uma parte, e uma parte muitas vezes adoecida. Esqueciam que lidavam com um ser humano, logo deveriam voltar-se para as questões de ordem afetivo-emocional (sentimentais) e das relações humanas. Mas o grande tabu da época, enfrentado também pela psicologia, em seu desenvolvimento histórico, era mensurar os afetos e emoções, além do próprio funcionamento cognitivo, de forma objetiva e cartesiana (científica) (BOCK, FURTADO e TEXEIRA, 2002).

Freud olhava para os pacientes de forma diferente, enfrentando preconceitos de toda uma categoria médica. Ele volta-se para o estudo do inconsciente, como objeto de descobrir o sintoma original que desencadeava todo o quadro de sintomas, chegando ao delineamento clínico geral do paciente. Aos poucos deixa a hipnose e passa para a associação livre de palavras por parte do paciente, quebrando inclusive com a idéia e prática marcada pela ausência de diálogo entre paciente e profissional da saúde. É um dos primeiros cientistas a salientar a importância de observar a configuração da dinâmica social e a sua influência sobre a saúde do paciente, por meio do estudo do ‘Complexo de Édipo’, que salienta as fases da interação simbiótica do recém nascido com o mundo, em seguida com a própria mãe, seguida de uma fase de diferenciação da mãe, até a aparição de um terceiro personagem, que irá ‘competir’ em relação à atenção, carinho e afeto desta mãe, ou da pessoa que exerça este papel, no caso a ‘figura do pai’. Em decorrência destas observações, desenvolve a Teoria da Sexualidade Infantil, um grande escândalo diante dos conservadores da moralidade da época. Contudo, avança com contribuições para melhor estruturar e sistematizar o estudo sobre a teoria da personalidade, a partir de uma teoria apresentada de forma mais sólida, possibilitando, inclusive, que seja tão questionada e criticada, promovendo diálogo, logo, avanço e conhecimento (BOCK, FURTADO e TEXEIRA, 2002).

Ao iniciar suas observações começa a desenvolver conceitos que segmentou toda a sua teoria, como recalque (ação de reprimir, no inconsciente, questões ‘não’ desejadas – ou mesmo muito desejadas, porém proibidas, mediante mecanismos de defesa desenvolvidos pela mente, em sociedade), transferência (projeção de algo que não se reconhece no outro, mas é da ordem da pessoa que faz a observação, ou seja, pertencente aquele que projeta) e projeção (reconhecimento e aplicação de algo comum a pessoa no outro, com tendência ao exagero quando sinalizada no outro, aquilo que se tem em si mesmo, mas que ainda não se percebe possuidor de tais características). E para isto, além de se fundamentar em critérios científicos como no caso do universalismo, ou seja, a maioria dos seres humanos está condicionada a esta realidade em suas respectivas vidas e cotidianos, estruturadas na teoria, em seu corpo de conhecimentos. Além de embasar sua teoria a partir dos estudos bibliográficos da mitologia e filosofia. Deste modo, aos poucos, constrói uma teoria sólida acerca do funcionamento do aparelho psíquico, formado na interação do consciente, pré-consciente e inconsciência (primeira tópica), melhor desenvolvido e explicado por meio da dinâmica entre o id (instinto e desejos humanos), ego (concepção e compreensão do de si mesmo, do próprio ‘eu’) e super-ego (registros e absorção das normas e regras sócio-morais compartilhadas) (BOCK, FURTADO e TEXEIRA, 2002).

Diante do sofrimento dos pacientes, Freud se incomodava com o descaso dos médicos, e ridicularização sofrida pelos pacientes vistos como ‘fingidos’, ou mesmo ‘loucos’. O filme mostra que ele foi ridicularizado pelo coordenador do curso de especialização em psiquiatria, aproveitando-se do seu papel de educador para promover mal-estar no futuro especialista, diante de todos os seus colegas – professores e alunos, ao apontar as suas percepções na prática profissional, enquanto palavra final e inquestionável. Momento que o professor e supervisor respeitado e renomado, a princípio, não foi capaz de ver nenhuma contribuição e/ou ganho nas observações construídas no trabalho do profissional em especialização, logo estudante. Mesmo assim, Freud não desistiu, apesar de se desmotivar, e infelizmente esta não é a história de todos os alunos diante de cenas como esta, ainda muito comum nos cursos de formação, incluindo a própria graduação. Diante da dificuldade, inclusive financeira, para se manter na formação e especialização, ele é convidado a compor um grupo de estudiosos, com poucas pessoas, que buscava a compreensão e cura de sintomas decorrentes da histeria.

Neste novo espaço, Freud encontra um ambiente que promovia o estudo e a investigação ética sobre o caso em questão, de fato um ambiente que privilegiava a sala de aula e os laboratórios como espaço de fomentação do conhecimento. Momento em que ele pode desenvolver livremente seus estudos e teoria, apresentando os principais conceitos teóricos observados na prática, em campo, apresentados no parágrafo anterior; Sem se deixar ser desestimulado por observações de cunho informal, postas (e ‘mascaradas’) como se fossem formais, tanto por parte do seu antigo professor, como as novas que foram surgindo ao longo da sua jornada. Porém, aquele primeiro professor, coordenador da ala da psiquiatria, salientava a própria dificuldade que ele mesmo tinha em se observar, assim como suas limitações da ordem de saúde. Pois segundo a teoria psicanalítica, o aparelho psíquico humano tende a buscar comportamentos de recalque daquilo que gera sofrimento.

No caso do professor, ele fazia parte do grupo de neuróticos, e já começava a apresentar os sinais e sintomas. Tinha medo que fosse recriminado pelos seus colegas de profissão e fosse tratado da mesma forma que tratava seus pacientes e alunos. Mas já no final da vida, ele convida Freud para conversar, e revela tudo. Pedi desculpas e solicita para que dê continuidade em suas pesquisas, por considerá-las importantes e significativas. Estimulo vindo a partir do reconhecimento do erro, diante de um peso de consciência e auto-avaliação, porém um estímulo. Exatamente o que Freud precisava naquele momento uma vez que enfrentava dificuldades pelo fato dele ser também ser humano, carregando em si emoções, sentimentos, história de vida pessoal e valores partilhados pela cultura da época, e por isto enfrentava dilemas e angustias pessoais para seguir profissionalmente, considerando todas as suas descobertas.

No final do filme, apresenta-se a configuração os resultados do processo acadêmico-científico de Freud, no sentido de vivenciar e enfrentar as barreiras que impediam um suposto sucesso escolar. Recebe apoio principalmente dos familiares. Apresenta a sua teoria para a classe médica, porém, mais embasada, em ambiente acadêmico-científico, e apesar de criticado passa a ser mais aceito e, conseqüentemente, influencia gerações de pesquisadores e estudiosos do campo, marcadas ainda na atualidade.

O filme e o texto de Bock, Furtado e Texeira (2002) faz lembrar da importância do outro ser humano no processo de prevenção e promoção da saúde. Muitos profissionais da saúde agem como o primeiro professor e supervisor de Sigmund Freud agiu, reproduzindo uma relação tradicional da prática em saúde, em uma pedagógica que desconsidera e desmotiva o paciente e seus familiares, ou ainda os humilha. Quando na realidade, também, poucos profissionais da saúde possuem a hombridade que aquele homem teve de reconhecer o seu erro, quando tomou consciência dele, e assumí-lo, quando criou coragem, mostrando inclusive mudanças de atitude e comportamento, no sentido de promover o incentivo de soluções, inclusive, de uma enfermidade que ele mesmo enfrentava. Esta ação marca de forma decisiva a condução do cientista e médico Freud, que na realidade tinha talento suficiente para desenvolver uma teoria que se sustenta até a atualidade, marcando o seu nome na história. O professor lamentou por não ter como voltar atrás e rever o seu erro, considerando os prejuízos que causou na vida e na formação de Freud.

Se não fosse pelo incentivo primário de amigos e familiares, este ‘herói’ humano, pesquisador e teórico, assim como tantos outros, e de tantas áreas, poderia não conseguir completar sua missão, e a psicanálise poderia ter outro(s) nome(s) consagrados como criador, ou então, durante muito mais tempo pacientes poderiam ser ridicularizados, uma vez que os mesmos ainda são, na contemporaneidade. Freud vai além da alma, e tenta compreender as demandas e sofrimentos humanas que ficavam destinados a outras áreas, consideradas como não científicas, como artes e religião. Ele, ainda, vai além da alma, no sentido de vencer as barreiras humanas, também, dadas por critérios morais-religiosos, desenvolvendo uma coletânea de obras, contribuindo para o avanço da ciência e na solução de problemas do cotidiano da humanidade, apontando avanços humanitários na relação paciente-equipe de saúde. E tudo porque um estudante resolveu ousar e ser ético diante dos dados que foram apresentados. Cumpriu, portanto, o seu papel de médico, ser humano e de cidadão, como parte do grupo de profissionais da área de saúde.

Recapitulação do texto:

Definição:

A psicanálise é um campo teórico e prático de saber pela prevenção e promoção da saúde a partir de sofrimentos e traumas gerados na infância e adolescência, a partir das fases dos ciclos de vida e desenvolvimento humano, que ocasionam em problemas geralmente evidenciados na vida adulta. É o estudo da interação do inconsciente humano, uma área desconsiderada pela ciência médica e de saúde tradicional-clássica.

Campos de atuação:

Apesar de se voltar para os fatores somáticos da patologia, em relação à interação entre disfuncionalidade orgânica e afetivo-emocional, a psicanálise é uma área e campo de atuação independente da medicina e psicologia, apesar de possibilitar o diálogo com as mesmas. Apresenta contribuições para outros campos e áreas de saber e conhecimento, como social, educacional, familiar, entre outros.

Argumentos relevantes:

Muitas pessoas não compreendem a origem dos seus problemas e não conseguem perceber que eles tiveram origem e marca em histórias vividas no passado remoto, esquecidas no inconsciente humano, com o objetivo de não mais sofrer com tais lembranças. Porém, se tornam presentes em cada ato, gesto e situação, ainda que não seja compreendida pelos seus atores. Daí a importância de resgatar tais memórias para a construção e manutenção de novos comportamentos, compreendidos pelos pacientes como escolhas mais saudáveis, a partir da consciência e enfrentamento dos traumas inconscientes.

Utilidade Prática:

Por exemplo, pacientes que foram violentadas sexualmente, não querem passar uma vida toda recordando as cenas tristes de agressão e violência vivenciadas. Fazem de tudo para esquecer este passado, evitando falar sobre o assunto, em função da razão lógica da dor que isto proporciona. Porém, não permitem que seja elaborado e re-significado tais cenas. Com o passar dos anos, em resposta a esta situação, a paciente pode apresentar dificuldades em se relacionar com outros seres humanos, por associar a figura das outras pessoas ao abusador(a), ainda que não faça isto de forma racional; Ocasionando grande sofrimento humano, pelo fato de não conseguir se relacionar com as pessoas, por medo de sofrer. Enquanto, quem está em volta desta pessoa, não compreende os comportamentos considerados como anti-sociais.

Observações Importantes:

A Psicanálise não deve ser associada a uma teoria libertina, mas é um dos primeiros exercícios abertos e declarados em se discutir sobre a sexualidade, uma vez que a maioria dos conflitos advindos das relações humanas, principalmente na contemporaneidade são decorrentes dos desejos sexuais reprimidos. Busca, desta forma, auxiliar os seres humanos a encontrarem suas identidades e fazer escolhas maduras e responsáveis, considerando as regras e normas sociais vigentes, configurando um conceito de saúde que está subordinado à cultura, e que deve ser revisto, a medida que não possibilita espaços sociais igualitárias pela promoção da saúde em conjunto ao conceito de democracia e cidadania.

A Psicanálise não é uma área que tem como objetivo deturpar os valores morais, religiosos e familiares, mas busca abrir canal de comunicação para que os pais e adultos, referendados como o ‘primeiro amor’ e porto seguros dos seus filhos e crianças que estão sob sua tutela, lidem com sentimentos e situações advindas da relação humana, pela promoção da família. Uma família pode enfrentar situações e contingências difíceis, como no caso da infelicidade de um dos seus membros sofrerem violência sexual, ou ainda partilharem de fenômenos como gravidez na adolescência, e se possuírem um diálogo aberto minimizaram situações de risco e vulnerabilidade biopsicossociocultural.

Referência Bibliográfica
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; e TEXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. A Psicanálise. In: BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; e TEXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: Uma introdução ao estudo de psicologia. 13.ª ed., 6.ª tiragem. São Paulo: Saraiva, 2002. P. 70 – 84;

HUSTON, John. Freud, Além da Alma. Estados Unidos: USA, 1962. 140 min.

FRONZA-MARTINS, A. S. Relações interpessoais: a importância do relacionamento professor-aluno. Material da 2ª. aula da Disciplina Práticas do Ensino e da Aprendizagem, ministrada no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Didática e Metodologia do Ensino Superior – Programa Permanente de Capacitação Docente. Valinhos, SP: Anhanguera Educacional, 2009. 08 p.

NICÉSIO, Guilherme Alves de Lima. A Estrutura Textual II. Material da 4ª. aula da Disciplina Perfil Corporativo, Crenças e Valores, Programas Institucionais, ministrada no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Didática e Metodologia do Ensino Superior – Programa Permanente de Capacitação Docente. Valinhos, SP: Anhanguera Educacional, 2009. 20 p.

TELLES, Luís Fernando Prado. Elementos da comunicação e suas formas de planejamento. Material da 1ª. aula da Disciplina Técnicas de Comunicação Docente, ministrada no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Didática e Metodologia do Ensino Superior – Programa Permanente de Capacitação Docente. Valinhos, SP: Anhanguera Educacional, 2009. 14 p.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Apresentação do Moderador


Patrick Thiago Bomfim, Consultor Organizacional e Profissional da Área da Saúde, tem acumulado em seu currículo trabalhos na área organizacional no meio do empresariado brasiliense antes mesmo de sua formação, prestando seus serviços para pequenas empresas, multinacionais, organizações governamentais e não governamentais. É psicólogo graduado pela Universidade Católica de Brasília desde 2004 – UCB, com experiência na área de Psicologia Institucional, Psicologia Organizacional e do Trabalho, Psicologia Social-Comunitária, Psicologia da Religião e Teatro. Mestrando em Psicologia, desde o segundo semestre de 2007, também pela Universidade Católica de Brasília – UCB (Área de Concentração: Cultura e organizações. Linha de Pesquisa: Cultura contemporânea e relações humanas), com o foco na sexualidade e religiosidade no cotidiano de travestis e transexuais. Desde 2008 integra o corpo de docentes da Anhanguera Educacional – Unidade: Faculdade JK, contribuindo na formação de futuros enfermeiros, e participa como discente na capacitação de docentes: Didática e Metodologia do Ensino Superior, Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, da referida organização de ensino. Além disto, na área social e filantrópica atua como presidente do Ministério Nação Ágape (http://ministerioagapebsb.blogspot.com/), com origem em 2006, compondo o grupo de fundadores. Trabalha pelos direitos humanos e promoção da cidadania e expressão religiosa de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transgêneros e Transexuais - LGBT, em sociedade.

Psicologia, Enfermagem e Internet

Em decorrência de uma simples pesquisa no Google sobre Psicologia Aplicada à Enfermagem foram apresentadas proximadamente 185.000 (em 0,23 segundos). É preciso apurar a pesquisa, no sentido de separar as diversas ementas de curso técnico e de graduação que aparecem na busca, dos livros e dos textos. Considera-se que todas as 30 primeiras referências citadas são importantes e podem se destinar aos acréscimos na disciplina, a partir dos objetivos específicos junto ao plano de ensino e turma, condicionadas, portanto ao seu planejamento, conteúdo e cronograma.
Por incrível que pareça, pelo fato da pesquisa, em decorrência do nome da disciplina, já se apresentar de forma mais apurada, todos os sites são confiáveis, de origem de organizações conhecidas e com CNPJ (identidade e registro comercial). Contudo, no caso de alguns textos, pode-se questionar a dificuldade que os autores tiveram em relação às citações, ocorrendo em questões éticas, mesmo com um bom conteúdo. Há também problemas de autoria e de apresentação de referencias bibliográficas.
Acesse os 03 links mais indicados:
1) PDF Search Engine. Disponível em: <http://pdf-search-engine.com/psicologia-aplicada-a-enfermagem-pdf.html>. Acesso em: 29/07/2009;
2)Psicologia Aplicada à Enfermagem. Disponível em: <http://emergencias.webs.com/material/pdf/psicologia%20aplicada%20a%20enfermagem.pdf>. Acesso em: 29/07/2009;
3) Relativa. Livro: Psicologia Aplicada à Enfermagem. Disponível em: <http://www.relativa.com.br/livros_template.asp?codigo_produto=90700>. Acesso em: 29/07/2009

Indicações de vídeos no YouTube

O primeiro vídeo fala do acompanhamento no parto, especificamente que auxilia a pensar sobre procedimentos na dificuldade sobre a primeira amamentação na relação mãe-bebê-equipe de saúde, e sobre o trabalho de apoio psicológico e importância da intervenção sensível do enfermeiro. Trata-se do resultado de um trabalho de disciplina com o mesmo nome que a que ministro (que pode inclusive ser replicado enquanto método de avaliação), mas não consta o nome da instituição e nem o ano em que o trabalho foi realizado e exposto pela primeira vez. Consta apenas o dia da publicação e um campo de Referência Bibliográfica (que não está no conteúdo do vídeo, mas no site, em relação à explicação sobre o mesmo) que não segue as regras científicas. Assim, o vídeo “Você tem tempo para um banquinho, afinal?” está exposto em: http://www.youtube.com/watch?v=Xnp6rCYeAhw;
O segundo vídeo é a apresentação de uma “Homenagem à Enfermagem”, como se intitula, por meio da apresentação de imagens, música e poema. Apesar das referencias serem apresentadas de forma inadequada, no sentido de não expor a origem e o ano de referência das mesmas, mas já aparece no trabalho, diferente do primeiro vídeo. Já as imagens, uma prática comum na internet não tem referência, mas provavelmente teve sua retirada a partir de vários sites. Segue o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=M04jEdkKwBk
O terceiro vídeo, também uma homenagem aos enfermeiros, fala sobre “ A Arte de Cuidar”, tem uma música de fundo em inglês (sem legendas) várias fotos e cenas cotidianas no atendimento em enfermagem. Segue as mesmas observações dos demais em relação ao uso das imagens e sobre a ausência de referências bibliográficas gerais: http://www.youtube.com/watch?v=jrpfzxLZz54
O vídeo adicional, apesar de um conteúdo extremamente interessante e relevante, por apontar a necessidade de capacitação na abordagem do atendimento hospitalar, sensibilizando e humanizando a prática em saúde, trata-se de uma veiculação de uma matéria de um jornal, mas não fala se teve autorização dos mesmos, e nem mesmo dá as referencias apropriadas do mesmo: http://www.youtube.com/watch?v=g1QbvgMU0pM
O outro vídeo adicional, em resposta à questão, segue as mesmas observações dos demais em relação ao uso das imagens. Mas, como se trata de um resultado de trabalho de graduação, este está mais completo em apresentar os nomes dos participantes, assim como da orientadora. Apesar do tema exposto, “Humanização”, não apresenta o nome da instituição/organização de ensino. O tempo para leitura dos textos ao longo da apresentação está mais bem administrado, possibilitando à audiência a leitura e compreensão dos mesmos. Apesar de apresentar algumas falas seguindo norma de paráfrase científica, não apresentam todas as referências bibliográficas utilizadas ao final, incluindo o nome da música selecionada para a apresentação: http://www.youtube.com/watch?v=4HKz_cpzs1w

SuGEStõeS de LeiTUraS

Referências com os respectivos resumos:
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Artigo 01
ARAUJO, Tânia M et al . Aspectos psicossociais do trabalho e distúrbios psíquicos entre trabalhadoras de enfermagem. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 37, n. 4, Aug. 2003 . Disponível em: http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102003000400006&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 23/07/2009. doi: 10.1590/S0034-89102003000400006.
RESUMO - Objetivo: Avaliar a associação entre demanda psicológica e controle sobre o trabalho e a ocorrência de distúrbios psíquicos menores entre trabalhadoras de enfermagem. Métodos: Estudo de corte transversal, incluindo 502 trabalhadoras de enfermagem de um hospital público de Salvador, Bahia. O Modelo Demanda-Controle, de Karasek, foi utilizado para avaliar as dimensões psicossociais estudadas. Para mensuração de distúrbios psíquicos menores (DPM), utilizou-se o SRQ-20. Resultados: A prevalência de DPM foi 33,3%, variando de 20,0% entre enfermeiras a 36,4% entre auxiliares. Observou-se nítido gradiente tipo dose-resposta de associação positiva entre demanda psicológica e DPM, e associação negativa entre controle sobre o trabalho e DPM. A prevalência de DPM foi mais elevada (RP=2,6; IC95%: 1,81-3,75) no quadrante de trabalho em alta exigência (alta demanda, baixo controle), quando comparado às profissionais em trabalho de baixa exigência (baixa demanda, alto controle), depois de ajustado, num modelo de regressão logística múltipla, por potenciais confundidores. Conclusões: Os achados reforçam a relevância da adoção de medidas de intervenção na estrutura organizacional, de modo a elevar o controle sobre o trabalho e redimensionar os níveis de demanda psicológica.
DESCRITORES: Aspectos psicossociais do trabalho. Modelo demanda-controle. Distúrbios psíquicos menores. Gênero. Recursos humanos de enfermagem no hospital. Psicologia do trabalho. Saúde mental. Saúde ocupacional. Estudos transversais.
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Artigo 02
SEBASTIANI, Ricardo Werner e MAIA, Eulália Maria Chaves. Contribuições da psicologia da saúde-hospitalar na atenção ao paciente cirúrgico. Acta Cir. Bras. [online]. 2005, vol.20, suppl.1, pp. 50-55. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-86502005000700010&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 23/07/ 2009. ISSN 0102-8650.
RESUMO – Objetivo: O presente artigo discute algumas contribuições da Psicologia Hospitalar à atenção ao paciente cirúrgico, utilizando como pressuposto as propostas de intervenção interdisciplinar em saúde dentro do paradigma biopsicossocial. Métodos e resultados: Apresenta aspectos relacionados à relação cirurgião-equipe de saúde-paciente e elenca alguns processos de respostas psicológicas e psicopatológicas do paciente frente ao trinômio doença-internação-tratamento no período que vai do diagnóstico e indicação cirúrgica até a fase de pós-operatório tardio e reabilitação do paciente. Conclusão: o psicólogo instrumentalizar-se adequadamente para conquistar, pelo seu conhecimento, pelo valor de seu trabalho e pela sua dedicação, seu espaço dentro das equipes cirúrgicas.
DESCRITORES: Psicologia Hospitalar, Relação cirurgião-paciente, equipe interdisciplinar, Atenção psicológica ao paciente cirúrgico
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Artigo 03

STACCIARINI, Jeanne Marie R; TROCCOLI, Bartholomeu T. Instrumento para mensurar o estresse ocupacional: Inventário de Estresse em Enfermeiros (IEE). Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2000, vol.8, n.6, pp. 40-49. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v8n6/12347.pdf. Acesso em: 23/07/2009. ISSN 0104-1169.
RESUMO - Apresentamos um estudo exploratório que objetivou construir um inventário para mensurar o estresse ocupacional em enfermeiros (IEE). Um conjunto de itens foi inicialmente constituído, a partir de categorias previamente definidas em entrevistas com enfermeiros e depois, melhorado com análise semântica de juízes e com um teste piloto em alunos de enfermagem. Para esse estudo, utilizamos uma amostra de 461 enfermeiros - funcionários públicos do Distrito Federal -, que responderam o IEE. A análise fatorial indicou a presença de um fator global de segunda ordem e três fatores de primeira ordem: Relações Interpessoais, Papéis Estressores da Carreira e Fatores Intrínsecos ao Trabalho.
UNITERMOS: estresse, enfermagem.
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Temas diversos, a partir dos verbetes scielo + psicologia + enfermeiros: http://scholar.google.com.br/scholar?q=scielo+%2B+psicologia+%2B+enfermeiros&hl=pt-BR&lr= (Acesso em 23/07/2009).

Plano de Ensino da Disciplina

ANHANGUERA EDUCACIONAL - FACULDADE JK
FACULDADE JUSCELINO KUBITSCHEK
DIRETORIA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM

CURSO: ENFERMAGEM
HABILITAÇÃO: ENFERMAGEM
DISCIPLINA: PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM
PERÍODO: TERCEIRO SEMESTRE
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS/AULA
SEMESTRE / ANO: 02 /2009
CRÉDITOS: 04
PROFESSOR: PATRICK THIAGO DOS SANTOS BOMFIM
TITULAÇÃO: PSICÓLOGO/ MESTRANDO EM PSICOLOGIA
Carga Horária: 60 HORAS

EMENTA
A Psicologia do desenvolvimento e da personalidade. O comportamento do homem frente à saúde e a doença. Relações interpessoais. Comunicação enfermeiro – cliente - família. Situações e comportamento de risco à saúde. A equipe interdisciplinar e multiprofissional em saúde, ética e profissionalismo.

JUSTIFICATIVA DA DISCIPLINA
Na atualidade e complexidade do mundo contemporâneo, as relações interpessoais necessitam cada vez mais de maiores cuidados, principalmente na prevenção e tratamento das “doenças da moda”. Esta disciplina se inter-relaciona com outras do currículo, contribuindo para a formação do aluno, acrescentado conhecimento em relação à sua visão científica, profissional e humana do mundo.
A Psicologia Aplicada à Enfermagem desempenha um papel importante na graduação como um todo. Propicia o referencial teórico para que os alunos possam compreender o desenvolvimento biopsicossociocultural do ser humano nas diferentes etapas da vida, esperadas pela nossa sociedade e cultura. Além de apreender sobre as possibilidades de mudanças de concepções acerca do desenvolvimento e comportamento humano, os hábitos atitudes e costumes que o sujeito pode desenvolver, facilitando o trabalho em equipes multiprofissionais e interdisciplinares.
A aprendizagem e sensibilização, por meio destes conteúdos programáticos, privilegiam as possíveis estratégias de intervenções desses futuros profissionais em campo, que poderão aplicá-las no processo de orientação, educação e reeducação dos diferentes segmentos populacionais.

OBJETIVOS
Geral: Proporcionar a construção de um excelente ambiente de ensino-aprendizagem, com a participação ativa dos alunos sobre os conceitos fundamentais da psicologia contemporânea e identificar suas principais áreas de atuação, os determinantes do comportamento humano e conceitos relacionados à formação e futura prática profissional dos alunos do curso de graduação em enfermagem, com os diferentes grupos humanos, focalizando as relações humanas e a promoção de saúde.
Específicos
· Distinguir os elementos que caracterizam a Psicologia como ciência e identificar suas relações com outras disciplinas da graduação em Enfermagem;
· Conceituar terapia e psicoterapia;
· Aprender sobre as diretrizes dominantes no campo da psicologia, na atualidade, identificando as principais contribuições das escolas psicológicas do século XX e XXI para o desenvolvimento da psicologia atual;
· Distinguir os campos de atuação da psicologia e aprofundar em temas específicos que se relacionam com a psicologia hospitalar;
· Identificar e relacionar os principais fatores que interferem no desenvolvimento humano;
· Estudar os fenômenos que constituem os processos psíquicos;
· Conceituar o termo Personalidade e subjetividade, e explicar sua estrutura, desenvolvimento e determinantes segundo as principais teorias psicológicas;
· Caracterizar os principais aspectos relacionados à afetividade humana e suas respectivas repercussões sobre o comportamento humano;
· Abordar os limites e contribuições entre as práticas interdisciplinares e multiprofissionais na área da saúde;
· Elaborar reflexões pertinentes sobre a prática da enfermagem como profissão, relações humanas e promoção da saúde;

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DESENVOLVIDAS
· Diferenciar com clareza as principais correntes psicológicas que constroem a visão de ser humano na atualidade;
· Ampliar a visão/noção de sujeito no curso de enfermagem tendo em vista a perspectiva psicológica do cliente a ser atendido pelo aluno durante e após a formação e aprovação educacional;
· Compreender a importância das relações humanas para a formação acadêmica de enfermagem na promoção da saúde;
· Avaliar as limitações e preconceitos, assim como habilidades e capacidades necessárias para se trabalhar na área da enfermagem, focalizando como critério seu preparo em lidar com seres humanos levando em consideração a afetividade, o desenvolvimento, a motivação e a personalidade, tanto do paciente quanto do profissional, ao desenvolver essa tarefa.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I – Psicologia: ciência e profissão
1) A psicologia como ciência e profissão. Principais posições da psicologia na atualidade: O Behaviorismo, a Psicanálise e a Fenomenologia; Principais Áreas/Campos de atuação da psicologia;
2) Conceituar: ciência, psicoterapia, terapia, psicologia, psiquiatria, enfermagem, comportamentalismo, guestalt, psicanálise, subjetividade, visão de mundo, sintoma, doença, cura e apoio psicológico.

UNIDADE II – Psicologia do desenvolvimento: enfoque holístico
1) O desenvolvimento biopsicossociocultural e enfoque holístico do ser humano nas diferentes faixas etárias e ciclos de vida (nascer, crescer, desenvolver, casar, procriar e morrer?), fases do desenvolvimento (recém nascido, lactante, tenra idade, pré-escolar, escolar, adolescente, adulto e idoso), relações humanas, personalidade, motivação, comunicação e preconceito.
UNIDADE III – Psicologia hospitalar e enfermagem
1) Equipe multiprofissional e interdisciplinaridade;
2) Doença, prevenção e promoção da saúde;
3) Comunicação e relações humano-profissionais: equipe de profissionais, enfermeiros, pacientes e seus familiares;

UNIDADE IV – Seminários e vivências
1) Apresentação dos trabalhos em grupo em formato de seminários a partir de temas e artigos científicos relacionados aos conteúdos das Unidades II e III:
Tema central: Psicologia, enfermagem, doença e promoção da saúde:
1.1 Psicologia, enfermagem, “doença” (escolher uma doença específica) e promoção da saúde;
1.2 - Promoção de saúde: arte, psicologia e enfermagem;
1.3 - Desenvolvimento humano: psicologia e enfermagem;
1.4 - Personalidade: psicologia e enfermagem;
1.5 - Aspectos psicológicos na relação equipe-paciente/cliente-família na enfermagem;
1.6 - Valores e comportamentos esperados para os profissionais da enfermagem;
1.7 - Aspectos do preconceito na enfermagem: visão do profissional no atendimento dos pacientes e/ou as representações sociais da profissão;
1.8 - Doença e saúde: tratamento interdisciplinar entre a psicologia, enfermagem, nutrição, fisioterapia e educação;
1.9 - Reforma psiquiátrica – Movimento anti-manicomial: aspectos positivos e negativos;
1.10 - Morte e Luto
1.11 - Outros.

2) Vivências situacionais – Sociodramas: repensando a profissão, habilidades e comportamentos profissionais junto aos futuros enfermeiros.

METODOLOGIA DE ENSINO
Durante o semestre analisaremos aspectos do ensino-aprendizagem como um processo construído por todo o grupo, a partir das orientações e supervisão do professor. A interação educacional e de aprendizagem, entre professor-aluno-turma, é um fator preponderante na motivação e engajamento das partes na construção do conhecimento social. É preciso que todos estejam pré-dispostos a aprender e contribuir para o processo de ensino-aprendizagem da turma. Nesse sentido, os alunos deverão assistir às aulas sempre com a leitura prévia dos textos, de acordo com o cronograma estipulado neste Plano de Ensino. Apresentaremos aulas expositivas do conteúdo programático, seguido de avaliações de acordo com o item “Produção da Disciplina” mais abaixo. Contaremos com a participação dos alunos em atividades individuais e de grupo que contemplem a essência do conhecimento apreendido. Dentro de uma análise de apreensão das informações apresentadas durante as aulas, algumas pesquisas de campo devem ser solicitadas para que haja associação entre teoria e prática, assim como trabalhos a serem respondidos e apresentados em sala de aula quando necessário. Além da apresentação de seminários em grupos, orientados pelo professor, realizaremos vivências sociodramáticas (dinâmicas de grupos) e atividades lúdicas que mediarão a relação ensino-aprendizagem por meio dos recursos citados no próximo tópico.


RECURSOS DE ENSINO
No decorrer do semestre, serão utilizados os seguintes recursos para propiciar e facilitar o ensino-aprendizagem da turma:
· Aulas expositivas – Quadro branco e datashow;
· Televisão e vídeos educativos relacionados ao conteúdo programático da disciplina;
· Utilizaremos aparelho de som;
· Atividades diversas, em grupo ou individual, na sala de aula;
· Vivências situacionais (dinâmicas de grupo) vinculadas aos temas trabalhados;
· Atividades de teatro-educação (sociodrama): vivências situacionais com o foco na aprendizagem;
· Tesoura, cola, barbante, giz de cera, papel pardo, canetas, revistas velhas, entre outros.

PRODUÇÃO DA DISCIPLINA
Os alunos serão avaliados a partir das produções listadas neste item. As produções deverão ser entregues e ou apresentadas no decorrer de todo o semestre, cumprindo as orientações e cronograma estipulado pelo professor, de acordo com o presente documento.
· Duas avaliações escritas e individuais em sala de aula, referente as unidades I e II, respectivamente;
· Uma resenha referente a unidade III;
· Apresentação de um seminário, resultando na produção de um painel interdisciplinar por grupo e tema sugeridos, referente à Unidade V – Tema central: psicologia, enfermagem, doença e promoção da saúde;
· Auto-avaliação (Leitura, contribuição às aulas e turma, dedicação e formação) e Avaliação da disciplina e professor pela turma.

ARTICULAÇÃO COM OUTRAS DISCIPLINAS E ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO
A atual disciplina tem o intuito de favorecer o conhecimento do aluno ao que diz respeito a sua maneira de se relacionar com seus futuros clientes e sua profissão. Nesse sentido, favorece a todas as demais disciplinas que o aluno ainda precisa fazer para concluir o curso, mesmo que indiretamente; Pela aprendizagem propiciada na disciplina e o exercício de auto-avaliação constante do aluno, acerca de seus comportamentos profissionais.